Mais um par de olhos

Todo mundo sabe que a tradução é uma atividade essencialmente solitária. Também já dissemos aqui várias vezes que, apesar disso, o tradutor não precisa – e nem deve – se isolar do mundo. Mas hoje eu não pretendo falar dos benefícios da socialização para a sanidade mental do tradutor, e sim para o resultado da…

Traduzir culinária não é bolinho!

Traduzir textos culinários não é muito diferente de traduzir qualquer outro texto: a receita está nos detalhes. O conhecimento dos ingredientes e das técnicas ajuda muito a decifrar várias expressões que parecem banais, mas não são. Por exemplo, é bom saber a diferença entre refogar, fritar, selar, saltear e grelhar. Sovar, empanar, sous-vide, ramequim e…

Cadê o público-alvo que estava aqui?

É fato: nunca se traduziu tanto para uma faixa etária específica. Os YA (Young Adult, aqui meio “espremido” na faixa adolescente) pipocam em todas as livrarias há anos, e não é difícil encontrar blogueiros ainda muito jovens comentando todo esse material e, tremam, sua tradução. Se criança não tem pena, adolescente chega a ser cruel…

Traduzir livros é uma viagem

Traduzir livros é aprender coisas novas o tempo todo, pesquisar assuntos diversos dentro de uma mesma obra, descobrir o nome em português da chavinha da caixa de força do prédio, explorar muitos terrenos, visitar muitas tribos, falar muitas “línguas”, entrar em mundos desconhecidos. Traduzir livros é sempre ter um assunto novo em mente, é experimentar…