Mais um par de olhos

Todo mundo sabe que a tradução é uma atividade essencialmente solitária. Também já dissemos aqui várias vezes que, apesar disso, o tradutor não precisa – e nem deve – se isolar do mundo. Mas hoje eu não pretendo falar dos benefícios da socialização para a sanidade mental do tradutor, e sim para o resultado da…

Os pulos do tradutor

  Um dia, no meio de uma discussão sobre práticas profissionais de tradutores, eu disse: — Vocês já viram algum médico, dentista ou advogado divulgar sua lista de clientes? Já viram algum professor particular, cabeleireiro ou manicure informar quem são seus clientes? Aposto que não. Nenhum empreendedor ou empresário faz isso… Por que um tradutor…

A perna maior que o passo

Um dos primeiros posts da Carol (Copi malquisto, sucesso de público e crítica aqui no Ponte de Letras) contava um pouco a experiência dela com preparações (ou copidesques) que davam um trabalho dos diabos e acabavam com a paciência do preparador que, sendo remunerado por um trabalho, acabava fazendo outro mais complexo que é o…

O caminho batido de sempre ou aventuras diferentes?

Posso escolher o que vou traduzir? Vejo muitas pessoas que estão começando a traduzir ou querendo entrar no mercado da tradução literária pensando em começar com um determinado gênero, querendo entrar em contato apenas com editoras que publiquem livros do gênero desejado. Várias pessoas já me perguntaram coisas como “Trabalho com crianças há um bom…