O primeiro de 2015

2015 começou.

Estamos felizes por dividir mais um ano aqui no Ponte, entre nós e com vocês.

Livres do “peso” dos primeiros dias do ano, nos quais temos a impressão de que precisamos entrar na forminha das resoluções e passar a viver a vida perfeita que imaginamos da manhã do dia 1o de janeiro em diante, gostaríamos de falar um pouco sobre mudança.

O que não anda bem em sua vida?

O que você pretende mudar?

Não temos a intenção de escrever textos de autoajuda, mas os últimos meses foram tão movimentados em nossa vida, com tantos acontecimentos, que escrever este post é decidir que, apesar de termos sobrevivido até aqui, não podemos ignorar o que aconteceu e seguir atropelando tudo. Foram coisas que mexeram com nossa rotina e com nossa cabeça. Não necessariamente ruins, mas transformadoras, como qualquer mudança. Se vamos fazer limonada ou caipirinha com os limões da vida e construir castelos ou uma casinha na montanha com as pedras do caminho, que este post seja um registro de que não ignoramos as lições.

A mudança pode ser imposta ou assumida. Quando a vida vem e impõe, somos obrigados a contornar a situação da melhor maneira, a fazer o melhor do pior. Sim, porque a maioria das mudanças impostas pela vida é vista como “ruim”, até que você se mexa e coloque tudo num esquema mais gerenciável.

Mas e a mudança que a vida dá a chance de fazermos? Qualquer coisa, desde dormir mais cedo ou comer comida mais saudável a mudar de cidade ou país. Pare um pouco agora e pense nisso.

O primeiro post do ano foi só pretexto para abordarmos o assunto. Dá aquela impressão de agenda nova, sim, claro, mas não importa quando a mudança ocorrerá, se de fato no dia 1o de janeiro ou lá pra julho, novembro; é importante que cada dia seja recebido como uma oportunidade de melhoria, por menor que seja. No trabalho, nas relações familiares, na relação do “eu comigo”. Qualquer melhoria traz mais felicidade. Sair da inércia dos pensamentos limitantes, largar a Gabriela que existe dentro de você (“eu nasci assim, eu cresci assim…”), acreditar que um passo à frente é o início do progresso, ganhar intimidade com o movimento é o caminho para uma vida mais plena.

Traduzir menos e por valores mais altos. Traduzir para clientes diferentes. Traduzir das 8h às 14h, traduzir num escritório, traduzir de segunda a sexta, traduzir como única fonte de renda… Dá pra falar de várias mudanças envolvendo o trabalho de traduzir. Mas dá pra falar também de outras coisas indiretamente relacionadas à tradução, mas que afetam diretamente sua vida de tradutor. Qual é a mudança que aparece na sua cabeça ao ler este texto? O que pode fazer para vê-la concretizada daqui a um tempo?

Nosso desejo para os próximos meses e para a vida é que você, assim como nós, analise o que quer ver mudado pela sua força. O que não podemos mudar, aceitamos, contornamos, enfrentamos. Mas já pensou que uma mudança assumida pode ajudar a tornar o caminho das mudanças impostas menos tortuoso?

Boa sorte, bom ano, boa mudança. 🙂

 

 

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3 comentários sobre “O primeiro de 2015

  1. Nossa! Este post caiu como uma luva! Eu sempre leio todos os posts de vocês (impulsionada pela minha admiração e pelo meu carinho pelo Petê, um querido!), mas este é o primeiro que comento…quem sabe esta não é uma das minhas mudanças de 2015? Falar mais com vocês…Que 2015 seja um ano de muitas realizações para todos nós! Bjs!

    • Oi, Paula,

      É muito bom saber que você acompanha o Ponte. E melhor ainda que vai começar a falar conosco. É sempre uma alegria receber comentários, críticas, sugestões para melhorar nosso trabalho.
      Que 2015 seja mais que lindo para nós. Beijo grande!

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