O original, o (des)pudor e a tradução

Uma das coisas mais básicas e mais certas que aprendi na faculdade de tradução, logo que comecei a estudar, foi que tradutor não deve ter pudor. Para mim, sempre fez muito sentido. Eu não sou o que estou escrevendo, sou só a mensageira, quem passa o recado de lá pra cá. Mas, ao longo dos…

A Tecnologia a Favor da Tradução

Comecei a traduzir em 1989. Minha primeira ferramenta de trabalho foi uma máquina de escrever. Era eletrônica, verdade, mas era só uma máquina. Precisava de papel, tinta, corretivo, um pacote completo de suprimentos. E eu usava dicionários de papel, enciclopédias que ocupavam estantes inteiras, e tinha que ir à editora buscar originais físicos e levar…

Questão de bom senso

Em setembro, o Ponte de Letras participou do V Congresso Internacional de Tradução e Interpretação da ABRATES. Fomos muito bem recebidos por todos e pudemos rever amigos e colegas de profissão, assim como conhecer muita gente nova, entre as quais (ficamos felicíssimos em constatar) muitos leitores do blog. Foi muito gostoso poder conversar com gente…