ABRATES 2014, mais um evento para ficar na história

Recapitulando os dois dias de evento, uma coisa é certa: todos estamos trilhando um caminho dentro da área de tradução que não tem volta. Um caminho de profissionalização cada vez mais sólido. Os percalços que antes pareciam intransponíveis, parecem cada vez menores e mais desafiadores. A ideia de tradução como uma segunda ocupação (o famigerado “bico”) vai ficando cada vez menos comum, mais difusa, e isso graças aos profissionais que a cada dia mostram a que vieram.

Não vieram para brincadeira. E as novas gerações estão cada vez mais cientes de sua força.

Foi isso que vimos durante o V Congresso Internacional da Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes, a ABRATES, que aconteceu no último fim de semana (dia 20 e 21 de setembro), no CBC, em Botafogo, Rio de Janeiro. A cidade e os cariocas nos acolheram como sempre, com carinho e calor. O evento contava com 420 participantes e com uma fila de espera (caso alguém desistisse de última hora) de quase oitenta pessoas. Isso mostra o quanto de gente está com vontade de melhorar, de aprender mais, de trocar experiências. Antes de mais nada, essa foi o lema: troca de experiências. Vai além do networking puro e simples e de palestrantes ensinando os participantes. Foram dois dias de trabalho incansável da equipe da ABRATES, a quem agradecemos mais uma vez aqui, que fez de tudo para que nos sentíssemos em casa. Dois dias de encontros esperados e inesperados, de encontros felizes, de sorrisos e até mesmo de gargalhadas.

Quem disse que precisa ser sisudo para ser sério?

Sim, rimos muito. Mas também discutimos com mais seriedade e preocupação os rumos da tradução editorial e os rumos da tradução em si. Levantamos algumas vezes a bandeira que foi primeiro hasteada pela própria ABRATES em sua campanha “Dê crédito ao tradutor”. Juntamos esforços para pensar em maneiras de melhorar as condições profissionais e também para pensar os atos tradutórios, os processos e tudo que envolve nossa profissão. União, mais uma palavra que surgiu algumas vezes nas palestras.

O resultado de tudo isso foi a sensação de missão cumprida. Não de que fizemos o melhor sozinhos, mas de que conseguimos nos unir a todos os participantes para juntos fazermos o melhor. É muito importante saber que todos estamos trilhando um caminho cada vez melhor, mais esclarecido, mais fortalecido. E de mãos dadas a partir de agora, mais unidos que nunca, seguiremos para o próximo ano com uma certeza a mais: que cada passo até aqui valeu a pena. E que os próximos nos levarão ainda mais longe.

Já temos um encontro marcado: 2015, no VI Congresso Internacional da ABRATES, em São Paulo.

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